
Para o caso da Bacia Hidrográfica do rio Santa Maria, o grupo executivo construiu (previamente à reunião) um modelo computacional baseado na água, seus usos, fluxos, conflitos e caminhos. O modelo pretende simular uma sub-bacia com suas entradas e saídas de água, para que se possa ter a ideia de fluxo e de que os usos da mesma água são limitados, tendo a mesma que ser distribuída entre todos eles.
Os grupos simularam mudanças no critério de outorga, área plantada, crescimento da área plantada, consumo de água pela lavoura (admitindo que mudanças nessa variável simulariam diversificação de culturas) e focaram seus aprendizados na falta ou disponibilidade de água – grande problema da região nos meses de verão.
Muitos aprendizados decorreram da experiência com a modelagem computacional.
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